Castas

As castas do Douro Superior nos vinhos Palato

Os vinhos da Palato do Côa nascem de castas da região do Douro, trabalhadas em vinhas próprias do Douro Superior. Cada uma tem um papel — nos tintos, nos brancos e nos rosés da casa.

O Douro é uma região de grande diversidade de castas autóctones, muitas delas plantadas lado a lado em vinhas antigas. Nos vinhos da Palato do Côa, essa diversidade se traduz num punhado de castas de referência que se repetem, em papéis diferentes, ao longo de toda a gama — das linhas de entrada às edições especiais.

Nos tintos

A Touriga Nacional é a espinha aromática dos tintos da casa. Surge em lote na linha Vinhas do Côa e no Palato do Côa Tinto, e também como varietal no Palato do Côa Touriga Nacional — 100% Touriga Nacional, com um perfil floral de violeta, flor de laranjeira e bergamota, taninos finos e final perfumado.

Ao seu lado trabalham a Touriga Franca e a Tinta Roriz, que dão estrutura e fruta madura aos lotes. Nos vinhos de guarda entra ainda o Alicante Bouschet: nos tintos Reserva e Grande Reserva é ele que reforça a cor e dá nervo, sobre uma base de Touriga Nacional e Touriga Franca.

No topo da casa, a Grande Reserva é feita de vinhas velhas com mais de 60 anos, num field blend — as diferentes castas convivem na mesma parcela, plantadas há décadas, e são vindimadas e vinificadas em conjunto.

O trabalho de adega respeita esse ponto de partida. O varietal de Touriga Nacional é fermentado em manta submersa, para preservar o floral da casta; a Grande Reserva é pisada a pé em lagar de granito. Nos vinhos de guarda, o estágio em carvalho francês vai dos poucos meses aos 18 meses em barrica, conforme o vinho. A escolha de castas e de método muda, mas o objetivo é sempre o mesmo: deixar a origem falar.

Nos brancos

Os brancos assentam em Rabigato e Viosinho, castas de eleição para brancos frescos e minerais no Douro. O Palato do Côa Branco também leva Códega do Larinho, num conjunto de cítricos e fruta branca sem passagem por madeira. O Palato do Côa Branco Reserva usa Rabigato e Viosinho de vinhas velhas, com parte do vinho envelhecido em barricas usadas de carvalho francês e com bâtonnage, ganhando corpo e um defumado sutil.

Nos rosés

Os rosés da casa — nas linhas Vinhas do Côa e Palato do Côa — são feitos com 100% Touriga Nacional, de prensagem suave. São rosés gastronômicos, secos e frescos, com aroma a frutos vermelhos e nota floral.

Em todos, o denominador comum é a origem: uvas exclusivamente da Quinta do Palato, em Muxagata, no Vale do Côa. É a mesma vinha a falar em registros diferentes.

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