Quentão de Festa Junina: você ferve o vinho pra ter cravo e canela — mas um Douro de vinha velha já fala essa língua sozinho
Todo junho é a mesma cena: a panela de quentão volta pro fogo e a gente joga vinho, açúcar, gengibre, cravo e canela lá dentro (a receita clássica leva 2 paus de canela e uns 15…
Toda festa junina, alguém abre um tinto decente pra ferver — e o melhor dele desaparece no fogão.
Porque no quentão, o açúcar e o gengibre dominam tudo — o vinho some e o que fica é só álcool quente.
No frio que está chegando em São Paulo, um tinto do Douro Superior aquece e já traz a especiaria — sem fogão.
O Grande Reserva de Muxagata vem de vinhas de mais de 60 anos e sai do carvalho francês com cacau e especiaria.
Em junho, abre o Grande Reserva e serve com costela — a especiaria que você ia ferver já estava no copo.
A história nomeia explicitamente o Grande Reserva de Muxagata — vinhas de 60+ anos e 18 meses em carvalho francês — cujo perfil real de baunilha, cacau e especiarias doces espelha o cravo e a canela do quentão, provando o ângulo de que esses aromas já nascem dentro do vinho. Tinto encorpado para o frio de junho, com pratos aprovados como costela longa.
- https://www.ciadovinho.com.br/blog/quentao-de-vinho
- https://content.paodeacucar.com/prazer-de-comer-e-beber/receita-quentao
- https://www.wine-searcher.com/find/quevedo+q+grand+rsrv+douro+portugal
- https://www.decanter.com/premium/douro-red-wines-panel-tasting-results-494591/
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